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5 informações importantes para congelar carnes suínas, bovinas e embutidos

por Dufrio Refrigeração • 11/08/2017 • 11/08/2017 Compartilhar: Facebook Twitter Google+ Pinterest

Poucos alimentos são tão perecíveis quanto a carne caso não sejam armazenados do modo correto e/ou consumidos em tempo relativamente curto.

Na geladeira, por exemplo, apenas em condições de refrigeração  que consideram temperaturas normalmente entre 0ºC e 7ºC elas costumam durar de 2 dias a 1 semana, dependendo do caso, mas o ideal, para todos os efeitos, é congelá-las caso não se tenha previsão de consumo em pouco tempo.

Para fazer isso, no entanto, vale ficar atento a algumas dicas. Confira algumas das que separamos a seguir:

1) Embale a carne corretamente

Tanto carnes suínas como bovinas (assim como outras como a de frango), devem ir ao freezer ou congelador em uma embalagem que contenha o mínimo de ar possível (ou de preferência que seja a vácuo, o que ajuda a conservar a carne por mais tempo).

Por essa razão também não é aconselhável que se utilize potes com tampa pois ainda que estejam relativamente cheios —  o que também não é muito legal pois podem, com o congelamento, expandir, abrir, rachar ou quebrar na retirada e até expor o produto, fazendo com que ele perca características — sempre existirá ar no interior, o que não é interessante para a qualidade do procedimento.

2) Atenção com carnes já preparadas

Se a carne for congelada já preparada o ideal é que seja assada ou cozida e não frita e evitando acompanhamentos como batatas e tomates em pedaços, por exemplo. Isso porque eles ao certo não conservarão as mesmas características ao descongelar e poderão até mesmo se desmanchar no descongelamento não sendo ideais para irem já amolecidos ao freezer.

Nesses casos, se ela estiver em peça grande você deve preferencialmente reduzi-la a pedaços menores (o que facilita o descongelamento e o reaquecimento por igual, inclusive) e, se estiver acompanhada de molho, separá-lo em outra embalagem para melhor conservação das características.

Carnes já assadas ou cozidas, inclusive, podem durar um pouquinho mais que as cruas (as quais têm validade normalmente de 6 meses, a menos que sejam moídas consulte nossa tabela de referência aqui).

3) Providencie alternativas práticas

É possível, por exemplo, utilizar alguns daqueles saquinhos com fecho “ziplock” caso não tenha como fazer o processo de vácuo em casa ou utilizar “bombinhas” de ar para retirar o máximo que conseguir.

Mesmo manualmente, caso opte por congelar carne em outro tipo de embalagem plástica no estilo saquinho, “espremê-lo” com o intuito de esvaziar um pouco o ar tomando cuidado para não “estourar” ou causar rasgos pelos quais o gelo possa entrar e formar cristais, ajuda.

Não é sempre recomendável, no entanto, envolver a carne somente em plástico filme para congelá-la, pois isso pode não permitir a mesma certeza de isolamento, especialmente considerando a forma como é feito.

Carnes congeladas desse modo tendem a perder propriedades e até a “queimar” com mais facilidade no freezer, como é chamado o processo em que elas perdem características, sofrem alteração na cor ou endurecimento em função de exposição muito direta ao frio, sem adequada proteção no armazenamento.

4) Com tempero ou sem tempero?

Essa é uma dúvida que pode surgir com frequência na hora de congelar carnes. A maioria das pessoas costuma temperá-las para conservar por mais tempo na geladeira, mas na hora de ir ao freezer não sabem exatamente se podem fazê-lo.

Em geral não é recomendado congelar a carne com tempero, pois alguns dos principais itens que vão nesse preparo (como alho e cebola) podem sofrer modificações no processo de congelamento, perdendo aspectos originais.

Isso significa que ocorrerá no mínimo uma importante mudança de sabor.

Também vale lembrar que “recongelar” a carne é algo que nunca deve ser feito. Uma vez descongelada é preciso consumi-la e não retorná-la ao freezer principalmente depois de já temperada caso não seja usada na totalidade.

5) O caso de alguns frios e embutidos

Já no caso de frios como presunto e salame ou de embutidos como a linguiça e salsicha também é possível congelar seguindo algumas orientações.

Se o alimento ainda não tiver sido aberto, raramente você precisa considerar a hipótese de congelá-lo, já que duram bem em temperatura ambiente (vale consultar sempre a indicação da embalagem).

No entanto, caso necessite fazer isso, você pode congelar o produto na própria embalagem ou, se já não estiverem nela em embalagens similares à carne normal. Se já tiverem passado por algum processo com calor, como no caso de salsichas fervidas, deve-se esperar que estejam novamente frias e fazer isso por apenas uma vez, no máximo.

Para descongelar, no entanto, recomenda-se colocá-las em água fria.

O desejável é que não fiquem, entretanto, por mais de 2 meses nesse estado, lembrando que o gosto de defumados também pode se acentuar ao passarem pelo processo.

E então, você já conhecia algumas dessas dicas? Quer saber mais sobre como aproveitar melhor a técnica de congelamento e ter mais informações úteis a esse respeito? Continue acompanhando nosso blog!

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