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O que é o selo procel e a importância dele para o consumidor

por Dufrio Refrigeração • 21/09/2017 • 21/09/2017 Compartilhar: Facebook Twitter Google+ Pinterest

Com certeza quando você vai comprar um eletrodoméstico, um dos itens mais importantes que você observa é o Selo Procel, certo? Se a resposta é não, você não sabe o quanto pode estar perdendo em economia de energia – e automaticamente, reduzindo os custos no final do mês. Claro que a marca, o modelo e as funcionalidades são relevantes, mas o Selo Procel é um grande aliado dos consumidores que não deve ser ignorado. Saiba mais sobre essa certificação e veja porque levá-la em consideração na hora da compra.

Como é concedido o Selo Procel?

Criado em 1993, é o Selo Procel de Economia de Energia é concedido a ar condicionados, freezers, refrigeradores e coletores solares. Ele foi criado para identificar o nível de eficiência energética dos aparelhos, a partir de ensaios nos laboratórios certificados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) e classificados de acordo com seu nível de consumo de energia. Aqueles que são classificados como “A” são os que têm melhor eficiência energética, ou seja, consomem menos energia.

Mas você já deve ter reparado que nem todos os eletrodomésticos e eletrônicos têm o Selo Procel. Isso porque a adesão das empresas é voluntária, é preciso que o fabricante solicite sua inclusão, para que possa ser certificado nos laboratórios autorizados e receber o selo.

Por que o Selo Procel ajuda o consumidor?

O Selo Procel é um grande aliado do consumidor de várias formas. Por um lado, ele estimula a fabricação e comercialização de produtos cada vez mais eficientes e econômicos, minimizando os impactos ambientais. Por outro lado, ele é uma ferramenta bastante simples de o consumidor descobrir quais são os equipamentos mais com melhor eficiência e que consomem menos energia em cada categoria.

A etiqueta do Selo Procel também traz outras informações importantes aos consumidores na hora da compra. Além da classificação em elação à eficiência energética, na qual “A” é o mais eficiente e “E” o menos eficiente, outros aspectos merecem ser observados. Na etiqueta, além de informações como marca e modelo, há o valor do consumo de energia ou do rendimento energético (%), e especificações técnicas que poderão variar segundo o tipo de produto.

Muita gente acredita, por exemplo, que a tensão dos equipamentos influencia no consumo de energia. Há consumidores que acham que ares condicionados 110v consomem mais energia que os com tensão de 220v. O que, de fato, é um equivoco.

O que realmente determinará o quanto o aparelho vai consumir de energia é sua potência e o tempo de utilização: quanto mais watts ele precisa para funcionar, e quanto maior o tempo de uso, maior também o gasto energético, independentemente de onde se está, ou da tomada em que se faz a conexão.

Hábitos cotidianos também influenciam no consumo

Há vários aparelhos no mercado que são verdadeiros campeões em economia de energia, como o split Inverter, por exemplo. A tecnologia Inverter, além de ter gás ecológico, tem um sistema de refrigeração constante que elimina o liga e desliga do compressor, o que evita os picos de luz – um dos vilões do consumo de energia. Só para você ter uma ideia, a economia de um split Inverter pode chegar a 60% em relação a um ar condicionado tradicional.

Mas se por um lado é muito importante saber escolher o ar condicionado, freezer ou refrigerador mais eficiente energeticamente na hora da compra, mas alguns hábitos do dia a dia também influenciam diretamente na conta de luz no final do mês. Manter os aparelhos ligados na tomada em standby, por exemplo, é um deles, que pode ser responsável por até 20% do total da conta.

Outros maus hábitos que a maioria das pessoas tem sem nem perceber e que consomem muita energia é o abre e fecha frequente da geladeira, banhos muito demorados e o próprio ar condicionado em temperatura muito baixa.

Nesse último caso, tanto médicos quanto a Agência Nacional de Vigilância Santitária (Anvisa) concordam: a temperatura ideal do ar condicionado deve ficar em torno dos 23ºC. Segundo eles, ela evita adaptações muito bruscas do organismo em relação à temperatura exterior e oferece o conforto térmico necessário para que o corpo fique em perfeito equilíbrio.

Além disso, várias pesquisas apontam que, na empresa, os níveis de produtividade caem tanto nas temperaturas muito frias quanto nas muito quentes. À noite, o sono também fica mais confortável se a climatização do quarto for feita de forma que a pessoa nem sue nem seja preciso usar coberta pesada.

Com atenção nessas dicas e no Selo Procel na sua próxima compra, você reduz o consumo de energia mantendo a qualidade do serviço, economiza da conta e ainda ajuda o meio ambiente sem abrir mão do seu conforto.

Agora que você já sabe como escolher o melhor ar condicionado, vale a pena dar uma olhada nas ofertas da Dufrio. Nós temos todos os tipos de ar condicionado, nas melhores marcas e  com as melhores condições do mercado. Venha conferir!

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